
O poeta faz com que os leitores se deixem aqui um corpo preso à terra, mas de alma livre para voar, agarrada às asas de anjos azuis e voltar depois trazidas por ventos de labaredas, pintados do vermelho roubado ao céu e outra vez anjos de viver no coração.
Ali, no coração, nos corações, o azul é diverso, mas também é mar e naus, as de partir e as de voltar, com peitos de espera, ouro, brilhos, luar e estrelas.
Mas cores também dúvidas, as que passam variando como as memórias, as boas e as outras, porque memórias são só evocações, cores novas em emoções antigas, à espera de um arco-íris que reponha tudo no lugar, aquele onde a felicidade deveria habitar.
Este livro com poemas a cores, tem as respostas para todas as interrogações!
Texto de António M. Oliveira sobre a obra.