Voo entre faces de

Voo entre faces

Luana Lua (...) parece encontrar-se em encruzilhadas, em cárceres ou redes de saudade que parecem tolher-lhe os passos e criar hesitações. Mas também sabe erguer de repente uma bandeira de entusiasmo e de coragem (…) e é nesses momentos que dá a mão à criança que vive dentro dela para construir o azul com o coração e com as próprias mãos.

ISBN: 9789898683786

Autor: Luana Luna

Preço: 10,00 €

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  E muito deste livro são memórias e são palavras: a palavra lírica, a palavra essencial, a palavra que a poeta liberta para regressar à palavra essencial: a palavra poética, a que define e nomeia o mundo. E é essa que Luana Lua nos dá, com o perfume e o lúcido rumor de uma seara que diz ser uma seara-amor, uma seara-mãe, parideira feliz de uma exaustiva e consciente procura de liberdade.

Do prefácio à obra,  pelo poeta Joaquim Pessoa.

Só a expansão lírica concede (a Luana Lua)  esta forma de resgate de um espaço ironicamente seguro e castrador das emoções e dos sentimentos mais nobres por serem genuínos. E é neste universo poético que surge, subjacente às palavras, um contexto emocional impeditivo de livres voos, rumo a um cais apaziguador, mas distante.

Neste anseio de quietude interior, ensombrado pela indecisão, verbalizam-se amarras que se não soltam, seguram-se elos que se não quebram.

In “Carta Poética a Luana Lua” por Aida Araújo Duarte

 

SOBRE A AUTORA

Luana Luna, pseudónimo de Maria Bessa nasceu a 1 de Fevereiro de 1966 em Vilela, Paredes, distrito do Porto.

Desde cedo revelou paixão por livros. Adorava ler, ouvir música e escrever. A leitura foi a sua mestra mais fiel, o suporte mais generoso para a sua secreta ambição de, um dia, também estar “do outro lado do sonho” – escrever era uma vocação. Um chamamento que havia deixado pra trás, e que retomou há poucos anos. Foi em 2010 que nasceu LUANA LUA, pseudónimo com o qual, desde então, tem assinado várias participações em colectâneas poéticas, e tem partilhado sentires, nos meios virtuais. Luana LUA.  Porque, como a “lua”,  se sentia suspensa num universo entre a solidão e a gratificação de ser reflexo vivo da luz magnânima do sol. Como “Luana Lua”, Maria não deixaria de se sentir sozinha, muitas vezes, mas, nunca mais, só. Frequentadora assídua de tertúlias poéticas, activa social e literariamente, Maria conquistaria o seu próprio “quarto-de-luz-crescente”.

 “Voo entre faces” é o seu primeiro livro autónomo – cumprem-se assim as suas asas em Poesia. Com ela, confidente e companheira onde “pendura o seu olhar cheio de sonhos”, quer ainda percorrer muitos quadrantes de céu, muitas fases de lua. E aventurar muitos voos.